Ano XIII - nº 34  |   maio 2020   |   ISSN 1983-2354
» OLHARES DOCENTES - Agosto/2020

Daniel Munduruku e o projeto literário de resistência

“A produção literária de Munduruku contribui, bravamente, com a desarticulação de estereótipos a respeito do indígena brasileiro, na medida em que nega o olhar romântico estabelecido sobre eles.”

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Temporalidade: do passado para o presente, na literatura de Conceição Evaristo

“Sua ancestralidade se desenvolve a partir de condição de mulher negra que a autora se coloca [...] Este traço ficcional vem de um passado marcado pelas injustiças, crueldades e preconceitos dos quais, os negros foram vítimas.”

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Solano Trindade e as possibilidades de pensar uma nova construção da realidade

“A literatura de Solano Trindade é efetivamente democrática, necessária e reflexiva, pois promove a integração dos negros discutindo as tradições de forma poética.”

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Mia Couto – Missão Mensageiro

“Mia Couto é, sem dúvida, um dos maiores nomes da literatura africana. Ativista, poeta, romancista, ele faz da literatura um instrumento de crítica, reflexão e apelo social.”

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Contribuições da escrita de Conceição Evaristo e a relação dos seus personagens dos contos com o diário Quarto de Despejo de Maria de Jesus para o Ensino

“Embora pertencentes a gêneros diferentes, o diário de Carolina Maria de Jesus e os contos de Conceição Evaristo, selecionados para esta análise, tratam das vivências de cada escritora, caracterizando, assim, a escrita comprometida com o de vir da mulher negra [...]”

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Pepetela e sua tradicional literatura moderna

“O árduo trabalho de Pepetela, por meio da literatura, é encontrar um ponto de equilíbrio, calcado na tolerância e na aceitação de uma identidade concomitantemente tradicional e moderna. ”

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História e identidade na escrita de Maria Firmina dos Reis

“Ela reuniu em torno de si, todos os elementos de um sujeito histórico capaz de ser subversivo, em uma sociedade escravista, patriarcal e racista.”

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Conceição Evaristo e as denúncias de desigualdades raciais

“Conceição Evaristo em sua escrita descreve o povo negro, em especial as mulheres negras, na perspectiva de luta rotineira [...]”

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Representações e estereótipos indígenas no imaginário brasileiro

“Como espaço de construção de conhecimentos, a escola deve constituir-se como espaço de reconstrução, promovendo, assim, (re) leituras que oportunizem um olhar ampliado no que tange as culturas e tradições que estruturam a identidade nacional [...]”

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Além da escravidão

“Muito além da escravidão, a história negra é repleta de lutas, arte e conhecimento intelectual. E é preciso que se ensine tudo isso.”

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Povos indígenas e resistência: a voz que ecoa de Daniel Munduruku

“Autor da etnia Munduruku, traz em seu nome e na sua obra uma cruzada de valorização e destaque para as tradições e cultura de seu povo.”

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Conceição Evaristo: um diálogo possível

“[...] o importante é destacar que Conceição Evaristo é uma autora que consegue dialogar tanto com autores e temas atuais quanto com autores de outros tempos, mas com textos atemporais.”

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A literatura como arma de reflexão

“Mia Couto, através das suas recorrentes metáforas, nos ensina que o continente possui diferentes culturas, diferentes modos de viver, diferentes etnias e cada uma possui, na sua singularidade [...]”

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A importância de conhecer a obra de Noémia de Sousa

“[...] ao ler Noémia de Souza lemos, a origem de uma forma de fazer literatura, temos acesso a uma precursora que influenciou muito a atual literatura Moçambicana.”

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Da tradição à contemporaneidade: formas de representação da mulher negra na literatura

“A literatura da mineira Conceição Evaristo é permeada por suas escrevivências, conceito desenvolvido pela autora, no qual, por meio das suas escrituras, realidade e escrita são mescladas [...]”

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Lutas através da escrita

“A fim de exaltar as vivências do negro no mundo e de ter um posicionamento anticolonial e anti-imperialista, a negritude está presente na literatura de Noémia de Souza, José Craveirinha e Virgílio de Lemos.”

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Literatura indígena: instrumento de conscientização

“[...] indígenas como Daniel Munduruku, utilizam a literatura como instrumento de conscientização, meio de apresentar mundos desconhecidos [...]”

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Significado da Escrevivência na Literatura Brasileira: vozes que ecoam

“[...] a escreviviência em Conceição Evaristo significa ser uma voz de denúncia, significa dar voz a um passado de sofrimento e silêncio e dialogar com esperanças de que uma sociedade menos desigual seja possível.”

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A presença da tradição e da memória nas produções literárias de Odete Semedo

“[...] seus textos estão carregados de referências, que vão desde as línguas e dialetos locais até aos aspectos religiosos das diferentes etnias. ”

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A utopia da construção de uma justa e igualitária nação angolana e a frustração do pós-independência

“Pepetela é indubitavelmente o escritor mais importante de Angola, não só pelo seu caráter ficcionista, mas também pelo contexto histórico sobre o qual se debruça toda a sua obra romanesca.”

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A memória como renovação em “Vozes-mulheres”, de Conceição Evaristo

“[...] em Vozes-mulheres, por meio de sua escrevivência, Conceição faz da memória um processo de renovação em relação ao futuro.”

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Os (Des)limites do (Uni)verso Miacoutiano

“[...] as (ex)tensões da linguagem miacoutiana que com uma sintaxe (des)preocupada, avizinha-se do registro oral, em que o plano de conteúdo e expressão de suas elaborações (cor)rompem as fronteiras entre o literário e o prosaico [...]”

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Lília Momplé e a História de Moçambique

“A sua narrativa é forte, com riquezas de detalhes que mexem com qualquer nação e, ao mesmo tempo, convida para uma reflexão profunda sobre a História de Moçambique.”

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Novas perspectivas no ensino de literatura através das obras de Mia Couto

“Mia Couto conquista a cada dia mais novos leitores, o que possibilita a expansão do conhecimento a respeito de Moçambique, esse país que por muito tempo foi esquecido. ”

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» OLHARES DOCENTES - Junho/2020

A narrativa sensível de Conceição Evaristo: mulheres, etnia e resistência

“Uma das características da obra de Conceição Evaristo é o questionamento das diferentes formas de violências a que as mulheres negras estão submetidas”.

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A narrativa sensível de Conceição Evaristo: mulheres, etnia e resistência

“Por meio de suas narrativas repletas de protagonismo social que trata de gênero, etnia, raça, discurso e poder, a escritora contrapõe o discurso homogeneizado de que literatura boa é literatura feita por homem, branco, elitizado e heterossexual.”

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Decolonizar o cânone: educação pelas escrevivências

“[...] observar a auto representação que se torna possível a partir da escrita de autoras como Eliane Alves Cruz e Conceição Evaristo faz emergir novas possibilidades”.

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Paulina Chiziane, por uma nova visão do mundo

“Chiziane é uma escritora que cativa por suas histórias, que problematiza questões relacionadas ao seu país e ao papel social da mulher lá, mas não só.”

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A construção de uma identidade afro-brasileira através das memórias de Conceição Evaristo

“[...] através das memórias presentes em seus romances, Conceição Evaristo reconstrói a trajetória das vozes de mulheres negras, refletindo sobre suas condições de vida”.

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Os Munduruku, história e cultura

“A cultura Munduruku conta com um extenso repertório de canções que envolvem temas da terra, do cotidiano e do ambiente que os cerca. Tão extenso como o repertório de canções é o de narrativas orais que sustentam a cosmologia indígena”.

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Contos e poemas de Conceição Evaristo no combate à violência contra mulheres

“É uma prestação de contas da literatura junto a esta triste realidade dos nossos alunos, e que precisa receber ajuda para ser tratado, para não causar mais dor”.

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A preservação da identidade feminina na literatura

“Em seus romances, Chiziane tem mostrado como a colonização afetou de diferentes formas a vida dos homens e das mulheres de seu país. A problemática do feminino é central em sua obra [...]”

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Escrevivências: Conceição Evaristo e o processo de afirmação de identidades negras

“Apesar de escritora com notoriedade internacional, ela não está isenta da vulnerabilidade que o fato de ser mulher negra lhe impõe. É desse lugar que Conceição pretende falar e, efetivamente constrói sua literatura [...]”

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Os (des)limites do (uni)verso “miacoutiano”

“[...] essa mistura entre literatura e história, geografia, sociologia faz com que ecoe várias vozes: de denúncia, líricas e mágicas que se assemelham à complexidade e profundidade das circunstâncias da vida do homem e do discurso literário”.

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A literatura como estratégia de transformação social

“[...] Conceição Evaristo tem contribuído, fortalecendo a existência plural das mulheres negras, longe dos estereótipos que as oprimem e subalternizam”.

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Desconstrução de estereótipos na escola: por uma valorização das etnias indígenas

“Muitos professores e educadores, crentes de suas boas intenções, criam iniciativas pedagógicas que ao invés de auxiliarem na construção de uma educação plural, igualitária, acabam apenas proliferando estereótipos que escamoteiam preconceitos e uma visão distorcida da história do Brasil”.

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Quando o subalterno assume a palavra: significados da escrevivência de Conceição Evaristo

“[...] a escrevivência de Evaristo, coloca um eu enunciador que confronta, pois é consciente de sua subalternidade e denuncia isso”.

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História e Ficção na literatura de Pepetela

“Dando conta de vários aspectos que envolvem as lutas de libertação e formação nacional, a literatura de Pepetela traz discursos formadores de consciência política, assim como oportuniza espaços de reflexão sobre a independência e aspectos políticos de Angola [...]”

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Sujeitas e sujeitos da escrevivência

“Pensar numa escrita coletiva e politizada no contexto da Literatura Negra se faz resistência ao imaginário coletivo hegemônico que reserva aos homens e às mulheres negras o lugar da subalternidade.”

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Odete Semedo e Guiné Bissau: vozes que devem ser descobertas

“Odete Semedo em sua produção coordena uma poética da descolonização, ou seja, faz um enfretamento de correntes simbólicas forjadas no passado colonial de Guiné Bissau e tenta criar uma nova liberdade para sua gente”.

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Epistemologias negras femininas e contribuições da literatura de Conceição Evaristo para uma educação antirracista

“A branquitude distante da luta antirracista continua a temer que nos tornemos impróprias às explorações neocoloniais”.

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A mudança de perspectiva na periferia

“A mudança de uma estrutura governamental ou social exige conhecimento legal e histórico sem as amarras do senso comum para abrir espaço aos questionamentos construtivos”

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Inventando a extensão de Conceição a Prado

“[...] ainda que ambas as escritoras possam ser aproximadas pela experiência de uma simplicidade de vida, de recursos e mesmo de imagens poéticas, a experiência da escassez do campo de uma pequena cidade não é a mesma experiência da favela de uma metrópole, fazendo com que esta adquira um papel outro dentro da Literatura de Língua Portuguesa”.

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» OLHARES DOCENTES - Maio/2020

Ler Conceição Evaristo: um ato de resistência na escola básica

“A literatura negra na escola oportuniza uma perspectiva dialógica de ensino de leitura, pois, além de ser uma atividade democrática, discentes e professores podem colocar em pauta observações e apontamentos embasados em suas escrevivências. Esse é um trabalho interventivo e colaborativo, porque ocorre a partir das percepções de alunos e professores refletindo em conjunto sobre os textos lidos e as particularidades do dia a dia de sujeitos não hegemônicos – muitas vezes minimizadas ou excluídas”.

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Relações étnico-raciais no campo educacional e o ensino de ciências: reflexões necessárias para a formação e prática pedagógica de professores de Biologia

“Após 17 anos da aprovação da lei 10.639/2003 muito já foi discutido e a prática pedagógica vem sendo impactada com ações que buscam implementar a referida lei, porém, a formação de professores ainda tem a necessidade de um olhar crítico acerca da inserção de temáticas condizentes com a proposta da lei para o processo formativo dos professores”.

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A voz feminina de Lilia Momplé: arauto a favor da memória das tradições

“A utilização da ficção como arma de resgate de memória e consequente formação do imaginário da identidade nacional, foi um aspecto grandemente disseminado na obra de Lilia Momplé”.

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A manutenção do patrimônio imaterial e cultural

“Dentro das manifestações culturais o reisado apresenta em suas diversas nuances um leque de possibilidades para a manutenção do patrimônio imaterial.”

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Entre laços quilombolas: os fluxos entre Furnas do Dionísio e Tia Eva

“[...] ao ouvir histórias de vida dos quilombolas de Furnas, percebi que falam bastante sobre a comunidade da Tia Eva. Ficou entendido que, algumas vezes, o quilombo urbano de Campo Grande é um dos primeiros destinos escolhidos quando se vai embora de Furnas, de modo que em um segundo momento segue-se para os bairros periféricos de Campo Grande.”

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Vera Duarte e a libertação do desejo feminino em Cabo Verde

“[...] Duarte contrapõe o real, o possível. É um retrato sem artimanhas, sem tentativas para suavizar os problemas sociais existentes no país recém independente, bem como familiar a outras partes do mundo”.

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A escrevivência de Conceição Evaristo: um fator dissipante ao apagamento da mulher negra na literatura produzida no Brasil

“Independentemente do valor estético, os estudiosos de literatura precisam compor um valor ético e de respeito no que se refere ao estudo de literatura. A escrita de Conceição é negra e representativa: é capaz de retratar espaços no tempo, vivências de sujeitos de outras classes, esperanças e ideologias da mulher e da comunidade negra. Não seria esse um dos papéis da literatura? Manifestar realidades por meio da escrita”.

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A educação não formal e institucionalização do currículo escolar

“Os saberes e fazeres dos nossos povos são provas vivas que estes conhecimentos não foram todos perdidos, mas sim, estão de certa maneira materializados nas manifestações populares e é nesses momentos que percebemos o que é a educação não formal”.

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A redenção das personagens criadas por Conceição Evaristo devido suas lutas e sofrimentos presentes em seus escritos

“A escrita de Conceição, bem como de tantos outros escritores afro-brasileiros, é engajada e busca recuperar a identidade negra através da cobrança de uma revisão histórica e denúncia da situação em que vivem atualmente os afro-brasileiros.”

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A afirmação identitária na literatura de Guiné Bissau

“Ao dar voz aos subalternos, os escritores recuperam a história do país, numa vertente dos dominados, de forma que fortalece a identidade e cultura desse povo”.

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Paulina Chiziane, por uma nova visão do mundo

“[...] a autora apresenta a situação de opressão da mulher, especialmente a mulher africana, mas não só, buscando desvendar questões culturais que perpetuam a situação de desigualdade das mulheres.”

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Conceição Evaristo e a descolonização da literatura

“Por muito tempo, os grupos subalternizados estiveram excluídos do âmbito literário e por isso, diferentes perspectivas foram silenciadas, apagadas. Nesse contexto, as mulheres negras têm sido duplamente invisibilizadas, pelo sexismo e o racismo estrutural.”

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Os reisados como manifestações culturais: o reconhecimento desta prática como vivência educativa

“Inserir esta prática nas escolas, faculdades e universidades é o reconhecimento de que estes grupos culturais ao realizarem suas práticas em ambientes não-formais estão promovendo a educação não-escolar, uma educação voltada para a construção de valores e princípios que estão permeados nas culturas e tradições locais, pois muitas vezes o currículo sendo um espaço de disputa e poder não privilegia os conteúdos históricos e locais”.

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Escrevivências de Conceição Evaristo: a importância da escrita para aqueles que estão às margens da sociedade

“Com as escrevivências de mulheres negras poderá então notar-se que a literatura passa a ser agora o local de fala/ escrita representadas através das ficcionalizações sociais das mesmas”.

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Entre o leão e a bicicleta, uma breve leitura de “O enterro da bicicleta”, de Nelson Saúte

“No conto “O enterro da bicicleta”, é possível perceber um panorama do interior do país frente ao que se sucedeu à independência”.

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Infância Perdida de Ernesto Lara Filho

“Sabe-se já que o texto poético requer uma análise, meditação muito concentrada para poder descodificar a linguagem simbólica, subjetiva que ele apresenta”

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O afeto construído dentro das manifestações culturais com a ludicidade

“Dentro da folia de reis os brincantes utilizam roupas de cores vibrantes dando enfoque a forma lúdica que atraem as pessoas para a importância da tradição [...]”

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Descobrindo Mia Couto

“A literatura se afirma como uma ciência transdisciplinar porque perpassa diversas áreas, por ela somos capazes de interpretarmos diversos aspectos geográficos, históricos, sociológicos e outros”.

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O retrato da mulher negra: do passado a contemporaneidade

“[...] o espaço de uma mulher negra na literatura ainda é um sinônimo de estranhamento e de exceção à regra. Levando-se em consideração estes aspectos, a escritora Conceição Evaristo representa a luta social vivenciada por mulheres negras”.

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Escolas Quilombolas, lutas também pela Educação

“As práticas pedagógicas que fazem diferenças tendem a ser aquelas que estejam em sintonia com suas questões diárias e isso passa por uma linguagem mais acessível construída a partir de suas realidades sem deixar de lado os demais contextos como o uso das tecnologias atuais”.

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Da Evaristo às palavras e vice-versa

“[...] Conceição Evaristo demonstra por meio de seu manejo de palavras um enfrentamento entre o colonizador e o colonizado a partir de um embate político-linguístico, promovendo ensinamentos antirracistas e anti-meritocrata [...]”

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Breves considerações sobre os conceitos de história, nacionalismo e identidade, em Mia Couto

“A produção literária de Mia Couto, assim como a de qualquer outro escritor ou escritora dos PALOP, demanda um conhecimento das estruturas políticas, econômicas, culturais e sociais das ex-colônias portuguesas, em África. [...]”

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A importância do reconhecimento das Unidades Escolares Quilombolas

“Na área da educação, a necessidade de formular políticas que corroborem com a elevação da escolaridade das comunidades quilombolas articula-se com o reconhecimento de que os quilombos são territórios patrimoniais que educam.”

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As vozes femininas que ecoam através do projeto de declamação na escola, através da leitura de Conceição Evaristo

“Justifica-se esse projeto pelo caráter multidisciplinar que ele propõe, pelo movimento dialético em que ele opera com as matrizes étnicas e orais provindas do universo africano e pela necessidade de contribuir com a leitura crítica de mundo por parte dos estudantes, conhecendo práticas que o ajudarão a encarar sua cultura como fruto da amplidão de povos que tematizaram a vida em suas mais diversas possibilidades poéticas”.

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História de minha história – Literatura de Isabel Ferreira

“[...] considerando o contexto de seu país no pós-guerra, sua poesia enfatiza a retomada da esperança e a construção da identidade nacional, anseio dos tempos modernos”

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Literatura Indígena na sala de aula

“Uma das formas de conhecer e de incentivar a valorização dos povos indígenas na escola é trabalhar com obras literárias escritas por autores indígenas”

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Possibilidade de aplicação da literatura de Conceição Evaristo em contextos formais e informais de ensino

“A obra de Conceição Evaristo apresenta muitas possibilidades de inserção em contextos educacionais e formativos, tanto pelo seu potencial enquanto texto literário, ou seja, a possibilidade de ampliação de horizontes de expectativas dos leitores e criações de conexões com outros textos e vivências, quanto pelo conteúdo que seus textos vinculam e que permitem reflexões críticas sobre nossa realidade imediata e sobre o nosso passado enquanto nação”.

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Jogo de desvelamentos: representações negras na obra de Conceição Evaristo

“Subvertendo tal paradigma, trazendo mulheres que ecoam vozes outras de experiências coletivas, Evaristo inscreve-se no cânone e traz consigo personagens e pessoas outrora marginalizadas”.

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Mãe, onde foi mesmo enterrado meu umbigo?: memória, ancestralidade e escrevivência negra feminina

“O racismo epistêmico impede que tenhamos acesso facilitado à história e às culturas africanas [...]”

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Da Evaristo à construção do imaginário coletivo

“A baixa oferta de transporte público deflagra a descentralidade da moradia da personagem; a falta de condições de custear o transporte aponta a informalidade de sua profissão; por fim, seu cansaço é pleno, sem margem para ironias clariceanas - essa capacidade de sintetizar muitas informações de forma orgânica e em muitos momentos poética é característica da escrita evaristiana.”

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Escrevivência, ancestralidade e a mulher mãe em “Meu rosário” de Conceição Evaristo

“Do meu rosário eu ouço os longínquos batuques do meu povo” (EVARISTO, 2008, p. 16-17) é a presença das memórias do povo africano que são trazidas pela autora nos versos do poema; memórias do canto, da dança, da festa e da alegria; memórias que há muito vinham sendo adormecidas pelos brancos, que dominaram tudo e fizeram o possível para adormecer essa alegria.”

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